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FANTOMATICOS NO BOSQUE

Quinteto porto-alegrense, juntos desde 1999, sempre na contra-mão do “novo” rock.

Após lançarem dois EPs, um ainda com o nome de Flying Circus em 2002 e outro em 2004 já como Fantomaticos, chegam seu primeiro disco - 'FANTOMATICOS NO BOSQUE', lançado pelo selo Pisces Records.

Gravado numa mansão abandonada, num chalé em Gramado e no 11º andar do centro de Porto Alegre ao longo um ano, o álbum foi totalmente idealizado, produzido e gravado pela banda.

“Moleza acertar previsões sobre o Pop Rock nacional para 2008. Começando pelo mais óbvio: As bandas mais interessantes lançando álbuns novos este ano são gaúchas: FANTOMATICOS, Apanhador Só, Superguidis e Wonkavision estão no topo desse ranking."
Jotabê Medeiros (jornalista do ESTADO DE SÃO PAULO)
"De uma banda que está junta há dez anos só podemos esperar um bom disco, com canções maduras e instrumental afiado. No caso dos gaúchos do Fantomaticos, esse tipo de expectativa se concretiza. O som deles apresenta timbres caprichados e bem ajustados ao seu rock de pinceladas country, anos 1960 e 70, Beatles são evidentes aqui. Drive cru, madeira imperando nos timbres limpos e um groove saboroso são ingredientes constantes no disco."
H.I.S. (jornalista da revista Guitar Player)

"Quem tem maior intimidade com o circuito roqueiro da Capital já conhecia os Fantomaticos. Aliás, a cena ficara mais pobre quando o quinteto se meteu numa mansão abandonada para gravar o disco, em 2005, e de lá não saía nunca.

Quando todos pensavam que os cinco haviam pirado de vez , eles reapareceram, mais barbudos, com o tal disco debaixo do braço.

Resultado: uma fusão sensacional de experimentalismo com música pop. No Bosque arremessa o ouvinte para o interior de atmosferas que vão do lúdico ao desesperador em 30 segundos. A carta na manga é a totalmente pop Gin, que faz qualquer um sentir vontade de aprender a letra só para acompanhar a bela voz de Augusto Stern.

No Bosque é uma aula de bom gosto – mesmo requintadíssmo, jamais soa pedante."

Paulo Germano (Segundo Caderno - Zero Hora)

"Psicodelia, humor à la Mutantes, bons roques e experimentações. Junte esses elementos a uma verdadeira vontade de se divertir tocando e você tem os Fantomáticos.

Como músicos, as referências dos cinco Fantomáticos passam por nomes base do rock da capital, como Beatles e The Who, mas também trazem pitadas de modernices à cargo de Strokes, The Hives e White Stripes.

Se isso não soa exatamente uma novidade, o ponto bem a favor do quinteto é a forma como eles inserem em suas composições as boas influências. Assim, a banda comandada por Augusto consegue chegar à um som autêntico, novo e criativo, E isso sim falta por aqui."

Tomás Bello (jornalista e editor do site Beco 203)

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